Celeiro

Vitor Hugo P. Tricerri

 

 

Num caminho de encanto e leveza.

Arroz verde. Venero a plantação.

Galopo no imaginário “Por una Cabeza”.

Gardel, da minha história, sua inspiração.

 

Pela “Rosa Branca”, minhas vestes de guerreiro.

Pelos tempos de luta, laureado, a conciliação.

No teu peito encontro abrigo, meu celeiro.

Sem dor, retiro a espada de meu coração.

 

Na madrugada serena, sereno adormeço.

Folhas de um plátano que um dia plantei.

Solidão noutra cabana que desconheço.

Habita em mim, agora, o que eu sempre sonhei.

 

 

 

 

Vitor Hugo P. Tricerri

06/09/2009